Sylvinho admite que pode mudar esquema do Corinthians: ‘Não me apego a sistema tático’

Mesmo com reforços para o meio-campo, treinador corintiano manteve 4-1-4-1 no empate contra o América-MG: 'Sistemas mudam de acordo com a entrada de atletas'

2

No empate em 1 a 1 com o América-MG, na Neo Química Arena, na último domingo (19), o técnico Sylvinho levou o Corinthians novamente postado com uma linha de quatro jogadores no meio, entre o volante de contenção e o centroavante.

Está gostando da notícia? Fique por dentro das principais notícias de Futebol
Ativar notificações

Contudo, o comandante do Timão admite que não tem apego a esquema tático e que pode, sim, modifica-lo com o tempo, caso entenda a necessidade.

– Não me apego em sistema tático. Em qualquer momento que entendemos que será necessário fazer mudanças, não é problema, ao contrário, esses atletas propiciam isso, e muitos que temos atuam, sim ,em funções diversas, o que facilita, ajuda. Vamos encontrando as conexões e buscando o melhor, isso vai semana a semana, mas os sistemas mudam de acordo com a entrada de atletas – afirmou o comandante em entrevista coletiva virtual após o empate.

Sylvinho admite que é possível um treinador ter preferência por um determinado sistema, mas a utilização dependerá das peças que tem na mão, principalmente quando há jogadores que atuam em mais de uma função, o que o profissional enxerga como benéfico.

– É possível ter preferência, gostar de um sistema, mas o sistema não se defende por si próprio. Os atletas se movimentam demais no futebol faz anos, tem muita movimentação em campo, atletas fazendo duas funções, times atacando em um sistema e defendendo em outro,. É ótimo, porque fazem duas funções, dão superioridade numérica em algum setor do campo – complementou o técnico.

Contra o Coelho, o Timão iniciou a partida com Gabriel como volante de contensão, à frente dele Willian foi o extremo pela direita, alternando com Gabriel Pereira, que, embora atacante de beirada, foi escalado como meia-direita, função que chegou a fazer nas categorias de base. Giuliano foi atleta mais centralizado e, embora não tenha participado muito na dinâmica de construção, pisou bastante na área e foi o finalizador das principais jogadas, inclusive sendo o autor do único gol corintiano. Por fim, do lado esquerdo, Róger Guedes foi responsável pelas jogadas aguadas em velocidade.

Jô foi o último homem do Timão, mas, ao invés de fazer uma função de recepção, estático na área, saiu bastante, fez o pivô e ajudou a puxar a marcação adversária para abrir espaço para os companheiros.

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA